segunda-feira, 22 de junho de 2009

UMA PEDRA EM NOSSO CAMINHO

É mais do que normal encontrarmos pedra em nosso caminho, pedra que por vezes fere nossos pés. O que não é normal é a atitude de certas pessoas ao encontrar uma pedra há quem olhe para ela segue o caminho passando por cima ou desviando dela.

Há também quem encontre a pedra, olhe para ela e volta dizendo ser impossível seguir por ali. O que você acha disso? Quantas coisas podem deixar um gosto amargo em nossa vida! São as dificuldades que nos fazem voltar sem ter coragem de superá-los e prosseguir na caminhada rumo ao destino desejado. Todos queremos a felicidade, mas poucos sabem ser felizes.

Precisamos ser fortes para não fracassarmos diante de tantos desafios que a vida moderna nos oferece. Não se assuste com as pedras que você encontra em seu caminho, elas fazem parte da vida. Procure contorna-las e se tropeçar em algumas delas, ferir os pés, não desanime, levante-se faça um curativo no ferimento e prossiga seu caminho. Logo adiante estará bem novamente, faça essa experiência e depois você dirá.
É na fraqueza que seu forte. O apóstolo Paulo escreveu aos Filipenses no CP-4 V-13 “Tudo posso naquele que me fortalece”.

Muitas são as pedras no nosso caminho, não desanime, prossiga! Entrega teu caminho ao Senhor. Tu porém, segue o teu caminho até ao fim, pois descansarás e ao fim do dias, te levantarás para receber a tua herança. DN – 12-13.

sábado, 23 de maio de 2009

VIVENDO E APRENDENDO

Os sofrimentos nos causam incômodos. Não é fácil lidar contra as adversidades. Muitas vezes nos perguntamos o porquê de tantos dissabores? Qual a razão pela qual enfrentamos a fúria de intensos ventos contrários ou de vendavais tão destruidores?

Entre a dúvida e o medo nos tornamos fragilizados espiritualmente, carecemos de um porto seguro. Embora dolorosas, as experiências negativas têm o seu valor. Elas contribuem para o nosso crescimento interior e amadurecem nossa espiritualidade. Sem elas seriamos muito periféricos, vivendo no limiar das superficialidades. Não raro, nossas lágrimas transformam-se em fertilizantes especiais, regando o solo de onde brotará a nossa alegria.

Nem mesmo Jesus Cristo foi poupado desta experiência. Por ser humano, conheceria a dor, por ser divino, não poderia conhecer a derrota. “A minha alma está triste até a morte”, Mateus Cp-26 V-38. Está frase revela quanto sofrimento estava presente no coração do filho de Deus.

É preciso saber encarar as situações difíceis da vida. Enfrenta-las é bem melhor que nega-las ou tentar delas fugir. O triunfo só virá quando decidirmos lutar contra o mal que nos ameaça. Elaborar atitudes mentais positivas, associadas a reflexões profundas e decisões sábias, pode ser um bom caminho para tornar-se um vencedor.

Nenhuma dor dura para sempre! Toda crise é passageira. Todo problema tem sua solução. Por isso mesmo, não devemos entrar em pânico, nem tão pouco nos entregar-mos à prostração. Às vezes, algumas atitudes que tomamos só contribuem para piorar as coisas. Murmurar, blasfemar, revoltar-se, desejar morrer, em nada torna a dor mais amena, pelo contrário, são estímulos para o sofrimento, na medida em que impedem que se tenha uma reflexão crítica sobre o momento difícil que passamos.

As lágrimas, sempre têm algo a nos dizer. A dor possui uma pedagogia própria. É possível – e necessário – aprender com o sofrimento, estabelecer um diálogo com as circunstâncias. Toda crise abre oportunidades para crescimento, para novas perspectivas. A dor nos ensina a viver.

A humildade, o louvor, a resignação, a confiança em Deus, a determinação para vencer e a persistência em lutar, fazem muita diferença diante das adversidades.

Quando Deus sopra sobre nós a sua brisa, ela traz consigo a bênção de esperança e a força da alegria e o milagre da paz. Ninguém perde por esperar em Deus! A Bíblia nos encoraja assim: “Tudo posso Naquele que me fortalece” Fl, Cp-4 V-13.

Levanta a sua cabeça e dirija o seu olhar na direção dos céus. Eles estão acima de todos nós! De cabeça erguida, vislumbre, pela Fé, as cores da vitória, adornadas sob a luz de um novo dia.

Não há noite escura que resista à força de um novo alvorecer. Erga suas mãos e cante um hino de vitória. A sua dor já está com os dias contados!

Pr. Wilson Santana
João Pessoa, 13 de maio de 2009

sexta-feira, 22 de maio de 2009

A AMEAÇA E O CONTROLE

Conta-nos a Bíblia, em um dos mais ricos episódios dos evangelhos, que Jesus, o grande Mestre, fazia uma travessia de barco com os seus discípulos, indo de Jerusalém a Cafarnaum. A viagem transcorria tranqüila, sol claro, ventos calmos e águas serenas. De repente a calmaria se transformou em uma tempestade, os ventos sopraram em sentido contrário, o sol desapareceu e as águas revoltas geraram ondas violentas. O barco ameaçou naufragar, o pânico se instalou a bordo.

As narrativas bíblicas retratam facetas da nossa existência. Muitas pessoas já experimentaram algum tipo de situação em que de repente, do casamento, as finanças, os relacionamentos à saúde, tudo se transtorna. A vida transforma-se em um grande caos.

Na verdade, nunca estamos preparados para as tempestades ameaçadoras. Geralmente, quando uma tragédia bate à nossa porta, a primeira reação é de revolta. Achamos que Deus está sendo injusto conosco. Ingenuamente, imaginamos que somos imunes as calamidades da vida, o que é puro engano. Ninguém está isento de provações.

Quando nosso barco ameaça naufragar, entramos em pânico também. Nossas defesas, uma a uma, vão sendo destruídas, ficamos debilitados e nossas esperanças vão sendo espalhadas pelos ventos. O casamento desmorona, as finanças entram em colapso, as enfermidades se instalam e os amigos se vão. Nos sentimos abandonados! Tudo fica muito sombrio ao nosso redor e as águas turvas inundam o nosso mundo.

Em meio a um vendaval destruidor, precisamos tomar duas atitudes positivas: coragem para lutar e esforço para manter viva a esperança. Todo vento forte, também é vento transitório.

A sabedoria bíblica nos garante em Mateus Cp 8. V 23 ao 26, depois da tempestade, vem a bonança. Logo toda crise é passageira, até mesmo as mais turbulentas.

Não é fácil agir com serenidade quando tudo é ameaçador. Contudo, quem não sabe manter a calma em meio às turbulências, não saberá jamais encontrar o caminho das águas tranqüilas. Haverá sempre um porto seguro na rota dos oceanos. Certamente, uma praia serena espera por nós.

No episódio bíblico, quando os discípulos de Jesus perceberam o “quase naufrágio”, clamaram por Ele e logo foram socorridos. As águas e os ventos Lhe obedeceram, a paz voltou a bordo.

Quando alguma tempestade tentar ameaçar-lhe a vida não entre em pânico. Não permita que a revolta domine seu coração. A vida também é feita de experiências amargas. Na agenda da nossa existência está a possibilidade de turbulências e tempestades.

O importante é lembrar que Deus está em nosso barco. Não vamos naufragar! David, o salmista, sabia disso quando afirmou no Salmo 30 V 5: Ainda que o pranto dure uma noite, a alegria vem pela manhã. Tudo está sob o controle do Altíssimo!

Pr. Wilson Santana
João Pessoa, 25 de abril de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009

A ALVORADA

A idéia de “começar de novo” ou recomeçar para começar diferente, está presente no coração da maioria das pessoas que eu conheço. Ouço todos os dias, desabafos do tipo “a se eu pudesse voltar no tempo”, ou “se Deus me dessa a chance de começar tudo outra vez”. É como se a força de uma alvorada quisesse irromper de tempos em tempos dentro de nós num movimento de propulsão para a vida.

Mas o que é uma alvorada se não o despertar de um novo dia? A linguagem da natureza proclamando a probabilidade no novo? A mensagem de Deus mediada pelo sol, lembrando que a noite, por mais longa que seja, não é eterna. Não se basta a si mesma, ela sede aos caprichos da luz e ao triunfo do sol, o novo dia!

Quando o espetáculo da natureza se reproduz em nós, a vida se reveste de uma rara beleza. As alvoradas precisam acontecer, também, dentro de cada um de nós. Ninguém pode viver mergulhado na escuridão de uma noite densa e fria e imaginar que ela não tem fim.

Por isso mesmo, a sabedoria bíblica afirma: “o pranto pode durar uma noite, mas a alegria vem pela amanhã”, Sl-30-V5.

A alvorada não é apenas o despontar de outro dia, é sobretudo, o triunfo do novo, falando-nos das possibilidades reais de que se na natureza tudo se transforma, em nós, também, tudo pode se renovar quando permitimos que isso aconteça.

A vida é movimento constante de renovação. Ela é implacável com os que se acomodam, com todos aqueles que se deixam dominar pelo medo e pala falta de perspectivas.

Todos temos que aprender uma grande lição: ou saímos para a luta rompendo o frio da noite ou ficaremos à sombra da história, caminhando entre os respingos dos raios de luz que caem nas estradas alheias.

Isso não é uma caminhada plena, é trajetória mal percorrida. É vida sem projeto, sem perspectivas, sombria.

A voz de comando de Jesus diante do túmulo de Lázaro ainda hoje ecoa como um convite para a vida, para a vitória aos que vivem sonolentos em sua existência. Ele bradou: Lázaro, sai para fora! Isto é, homem acorda para a vida! Ai diz-nos o texto: “o morto reviveu”, João C 11 V 43 e 44. Alvorada chegou.

Todos podem melhorar, a medida do bem é inesgotável. Mas é a busca dessa medida – ainda que inesgotável – que nos orienta a existência da alvorada, o lugar das esperanças renovadas, do amor intensificado, da Fé recomposta, compromisso com a justiça, o bem, a paz.

Deixa Deus propiciar uma alvorada em sua vida. Algo maravilhoso vai acontecer! Ele levanta os cansados e renova as forças quando elas parecem desaparecer. Ele é o sol da justiça, a estrela da manhã. Não foi por acaso que Jesus Cristo declarou: Ap-Cp 21 V 5. Eu faço novas todas às coisas, é a alvorada revelando-nos novos sonhos, novos dias, nova vida!

Pr Wilson.
João Pessoa, 10 de maio de 2009.

domingo, 10 de maio de 2009

LÁGRIMAS DE ESPERANÇA

Não posso fazer nada por você! Quem algum dia não ouviu essas palavras em um momento em que mais precisava de ajuda?

Como é frustrante diante da ansiedade por uma resposta positiva, ouvir de alguém em que depositamos nossas últimas esperanças, que não há nada mais a fazer pela nossa causa. É frustrante e doloroso. Geralmente, as experiências dolorosas arrancam-nos lágrimas. Em muitos casos, por conta do desespero, imaginamos que elas serão lágrimas inconsoláveis. Em circunstâncias assim, a dor vai consumindo nossa resistência e vontade de viver. O que fazer então, diante de tais situações?

Em primeiro lugar devemos olhar para as circunstancias através da nossa humanidade. Todos nós estamos sujeitos aos limites da imperfeição. Quando nossas forças se mostrarem escassas e nossa resistência enfraquecida é o momento de reconhecermos que o nosso limite chegou. Quando as lágrimas clamam por socorro é hora de buscar ajuda!

Em segundo lugar, precisamos saber que a sensação de impotência diante de situações adversas, especialmente aquelas em que não temos nenhum controle, não significa de forma alguma que chegou o nosso fim. Em muitas ocasiões, são as grandes crises que despertam em nos alguns gigantes adormecidos. Não raros como por um milagre, brota em nós a coragem para lutar, a força para viver e a determinação para vencer.

Todos nós temos uma fortaleza interior que as vezes se encontra desativada por falta de uso. Deus nos deu um verdadeiro arsenal de guerra, com armas poderosas tais como: a Fé, a perseverança, o otimismo e o Louvor. Com razão o apostolo Paulo afirmou: “Quando estou franco, então sou forte”.

Devemos ter sempre em mente que jamais teremos todas as repostas que a nossa vã existência procura. A vida tem muitos mistérios e nos reserva ainda, se não bastassem, muitas outras surpresas. Algumas nem sempre agradáveis. Nessa existência terrena jamais saberemos de todos os “porquês” nem os nossos, nem dos outros, muito menos os de Deus. Na verdade, sempre haverá uma lágrima em nosso rosto a reclamar respostas. Por isso mesmo nos dia a Bíblia, “o pranto pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”.

Chegará o dia, certamente, em que as lágrimas cessarão. Quando então, sem as amarras das limitações e sem o véu dos mistérios, a vida se revestirá de plenitude e a dor perderá sua razão de ser. O sofrimento e o medo desaparecerão por completo e a felicidade reinará. Ai então, teremos chorado a nossa última lágrima. Entenderemos, por fim, o que Jesus sentenciou, “Bem aventurados os que choram porque eles serão consolados”.

Pr. Wilson Santana
João Pessoa, 21 de abril de 2009

AS LENTES DO SOBRENATURAL

Infelizmente poucas pessoas conhecem o poder da Fé. Ela é uma experiência que extrapola os limites do estritamente religioso. É uma força extraordinária e um poder sobrenatural. Uma experiência transformadora da realidade.

A experiência da Fé é libertadora da realidade. Ela nos liberta daquilo que é simplesmente material, do contingente, do previsível, do que parece lógico e projeta-nos para o que está por acontecer, ainda que pareça impossível e inimaginável, criando ponte entre o presente e o futuro, entre sonhos e realizações.

O mundo contemporâneo é pragmático e racional. O óbvio norteia a visão. É um mundo que exilou de si a necessidade da Fé. O homem moderno, ainda que religioso, padece da síndrome de Tomé: precisa ver para crer. A Fé transcende os limites dos olhos naturais. Ela alcança outros horizontes e nos revela o que outros não conseguem enxergar.

Pela Fé contemplamos um futuro melhor, ainda que o presente se apresente sombrio. Na contemplação do invisível, podemos ver nossos sonhos conquistados, a família restaurada, a paz reinando outra vez, a saúde no corpo e na alma e a vida transbordando de realizações e alegrias. “A Fé é a certeza daquilo que não se vê”, nos diz a Bíblia em Hebreus, CP II V I.

É por meio da Fé que plantamos esperança e colhemos realizações. Através dela, levantamos nossa cabeça e enxergamos as dificuldades com o olhar de otimismo.

A força da Fé faz com que os obstáculos se tornem menores do que realmente são. Nenhuma muralha é intransponível quando encarada com os olhos da Fé. “Tudo é possível ao que crê”, Marcos CP-9 V-23, foi o que nos ensinou o Senhor Jesus Cristo.

Precisamos aprender a ver o “invisível”, isto é, a olhar a vida com as lentes da Fé. Quem assim não fizer terá sempre sua vida circunscrita ao imediato ao trivial e ao racional. O mundo fica muito pequeno e sem desafios. Viver assim deve causar muito sofrimento e pelo vazio de uma existência sem ousadias, sem o esforço da superação e sem a experiência do sobrenatural.

O grande inimigo da Fé é a dúvida. Quem vive dominado pela dúvida, vive derrotado pelo medo, pois lhe falta a coragem para decidir, forças para lutar e a determinação para seguir lutando, ainda que os ventos contrários não parem de soprar.

Deus não tem filhos fracassados! Quem crê não se rende as dificuldades, não desiste de lutar. Nossos limites não podem justificar nossa prostração. Podemos cair, contudo, jamais permanecer no chão. A Fé é a força que nos levanta de onde caímos e nos aponta o caminho da redenção. Ela lança luz às sombras e antecipa a contemplação de todas as possibilidades. Esta Fé vitoriosa é fruto da presença de Deus em nós.

É somente pela força da Fé que ultrapassamos os limites da nossa humanidade e contemplamos a vida e as circunstâncias através das lentes do sobrenatural.

Pr. Wilson
João Pessoa, 24 de abril de 2009

SILÊNCIO É VIDA

Palavras são sementes, mas também podem ser veneno combustão. Daí podemos afirmar com toda a certeza que as palavras tem poder de vida ou de morte. Falar é bom, falar pouco é melhor. Contudo às vezes, nada falar é essencial.

Juntamente com a arte de saber falar, devemos aprender a arte de ficar calado. A sabedoria e a prudência têm as suas raízes no silêncio. Não há reflexão onde há barulho. Não é por acaso que o dito popular eternizou a célebre frase “quem muito fala, muito erra”. Quando então o silêncio se faz necessário?

Manter-se em silêncio é fundamental quando as palavras podem comprometer nossos sentimentos e ferir as pessoas a quem amamos. Palavras penetram como se fossem espadas afiadas, elas perpassam o coração e abrem feridas enormes deixando sua marca na alma.

Quem ama não agride, ainda mais com palavras. Casais e famílias vivem relacionamentos enfermos por conta da insanidade e do veneno das muitas palavras pronunciadas desnecessariamente. Saber calar é estratégico quando os ânimos de uma discussão ficam exaltados e a irracionalidade confere ao comportamento humano um perfil animalesco. Diz um ditado popular: “quando um não quer, dois não brigam”. Quando as pessoas se agridem por meio de palavras e aproveitam para externalizar suas mágoas reprimidas é o momento de ficar calado. Muitos já perderam a vida porque não prenderam a língua. A ira externalizada por meio de palavras é uma arma muito perigosa. É combustão pura!

A arte do silêncio é aperfeiçoada por uma outra, a de escutar. Ouvir e escutar não são a mesma coisa. Escutar envolve o coração. Quem escuta respeita a quem fala, reflete sobre as diferenças de opinião, confere sentido as palavras do outro.

É preciso escutar a voz dos filhos, dos pais, do cônjuge, dos amigos, dos mais velhos e também a voz de DEUS. Através de suas várias formas de linguagem, escutar só é possível quando nossa língua silencia. A Bíblia nos ensina: Todo homem bom seja tardio para falar, pronto para escutar.

A paz não pode prescindir do silêncio quando nos calamos, estamos semeando a paz. Como isso é possível? Quando não provocamos a ira a ninguém, quando evitamos todo tipo de crítica destrutiva, quando não afirmamos nada sem profunda certeza, quando jamais fazemos pré-julgamentos, quando fugimos de toda e qualquer fofoca, quando decidimos não pronunciar (para nós e para o outro) palavras de maldição.

O silêncio não implica uma postura de passividade diante da vida e nem das pessoas. Saber calar não é abrir mão de seus direitos, escondendo-se atrás de um silêncio patológico. Neste contexto está calado é a arte de saber viver. Muitas vezes o silêncio é o amalgama que sedimentam os relacionamentos, preserva o presente de muitos males e projeta um futuro de paz.
Silêncio, portanto, é VIDA!

Pr. Wilson.
João Pessoa, 18 de abril de 2009